domingo, 24 de agosto de 2008
sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Como afirmou meu saudoso professor Ariosto Afonso, de Fisiologia Animal: "Uma mulher não é a mesma por mais de três dias consecutivos..." Isso é óbvio! Regidas por uma "pancada" de hormônios com taxas variando diariamente o que você espera? Somos então mais vulneráveis a mudanças de humor e sensíveis a fatores fisiológicos, psicológicos e sociais.
Distúrbios como TPM (Tensão Pré-Menstrual), da qual sou vítima, depressão pós-parto ou transtornos de humor relacionados a menopausa estão totalmente relacionadas com alteraçãos neuroendócrinas relativos aos hormônios femininos. As taxas de LH (hormônio luteinizante), FSH (Hormônio folículo-estimulante), estrógeno, progesterona dentre outros hormônios ovarianos variam coordenadamente promovendo o ciclo reprodutivos da mulher. Assim, de acordo o hormônio que esteja em alta no organismo em dado momento, somos suscetíveis a determinados comportamento.
Meu conhecimento de fisiologia é notoriamente restrito, porém a intenção desta postagem é, na verdade, comprovar que nós apesar de vivermos diante de um turbilhão-bioquímico conseguimos manter nosso comportamente uniforme diariamente... Com raras e justificáveis exceções, é claro?!
Distúrbios como TPM (Tensão Pré-Menstrual), da qual sou vítima, depressão pós-parto ou transtornos de humor relacionados a menopausa estão totalmente relacionadas com alteraçãos neuroendócrinas relativos aos hormônios femininos. As taxas de LH (hormônio luteinizante), FSH (Hormônio folículo-estimulante), estrógeno, progesterona dentre outros hormônios ovarianos variam coordenadamente promovendo o ciclo reprodutivos da mulher. Assim, de acordo o hormônio que esteja em alta no organismo em dado momento, somos suscetíveis a determinados comportamento.
Meu conhecimento de fisiologia é notoriamente restrito, porém a intenção desta postagem é, na verdade, comprovar que nós apesar de vivermos diante de um turbilhão-bioquímico conseguimos manter nosso comportamente uniforme diariamente... Com raras e justificáveis exceções, é claro?!
terça-feira, 19 de agosto de 2008
"Olha, antes do ônibus partir eu tenho uma porção de coisas pra te dizer, dessas coisas assim que não se dizem costumeiramente, sabe, dessas coisas tão difíceis de serem ditas que geralmente ficam caladas, porque nunca se sabe nem como serão ditas nem como serão ouvidas...
[...]
deixa eu te dizer antes que o ônibus parta que você cresceu em mim de um jeito completamente insuspeitado, assim como se você fosse apenas uma semente e eu plantasse você esperando ver uma plantinha qualquer, pequena, rala, uma avenca, talvez samambaia, no máximo uma roseira, é, não estou sendo agressivo não, esperava de você apenas coisas assim, avenca, samambaia, roseira, mas nunca, em nenhum momento essa coisa enorme que me obrigou a abrir todas as janelas, e depois as portas, e pouco a pouco derrubar todas as paredes e arrancar o telhado para que você crescesse livremente, você não cresceria se eu a mantivesse presa num pequeno vaso, eu compreendi a tempo que você precisava de muito espaço, claro, claro..."
Olha... Eu durmo de olhos fechados e vc?! rs rs
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deixa eu te dizer antes que o ônibus parta que você cresceu em mim de um jeito completamente insuspeitado, assim como se você fosse apenas uma semente e eu plantasse você esperando ver uma plantinha qualquer, pequena, rala, uma avenca, talvez samambaia, no máximo uma roseira, é, não estou sendo agressivo não, esperava de você apenas coisas assim, avenca, samambaia, roseira, mas nunca, em nenhum momento essa coisa enorme que me obrigou a abrir todas as janelas, e depois as portas, e pouco a pouco derrubar todas as paredes e arrancar o telhado para que você crescesse livremente, você não cresceria se eu a mantivesse presa num pequeno vaso, eu compreendi a tempo que você precisava de muito espaço, claro, claro..."
Olha... Eu durmo de olhos fechados e vc?! rs rs
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
domingo, 3 de agosto de 2008
Poesia Matemática
Às folhas tantas do livro matemático um Quociente apaixonou-se um dia doidamente por uma Incógnita. Olhou-a com seu olhar inumerável e viu-a do ápice à base uma figura ímpar; olhos rombóides, boca trapezóide, corpo retangular, seios esferóides. Fez de sua uma vida paralela à dela até que se encontraram no infinito.
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"Quem és tu?", indagou ele em ânsia radical. "Sou a soma do quadrado dos catetos. Mas pode me chamar de Hipotenusa. "
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E de falarem descobriram que eram (o que em aritmética corresponde a almas irmãs) primos entre si. E assim se amaram ao quadrado da velocidade da luz numa sexta potenciação traçando ao sabor do momento e da paixão retas, curvas, círculos e linhas sinoidais nos jardins da quarta dimensão.
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Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidianase os exegetas do Universo Finito. Romperam convenções newtonianas e pitagóricas. E enfim resolveram se casar constituir um lar, mais que um lar, um perpendicular. Convidaram para padrinhoso Poliedro e a Bissetriz. E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro sonhando com uma felicidade integral e diferencial. E se casaram e tiveram uma secante e três cones muito engraçadinhos. E foram felizes até aquele dia em que tudo vira afinal monotonia.
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Foi então que surgiuO Máximo Divisor Comum freqüentador de círculos concêntricos, viciosos. Ofereceu-lhe, a ela, uma grandeza absoluta e reduziu-a a um denominador comum. Ele, Quociente, percebeu que com ela não formava mais um todo, uma unidade. Era o triângulo, tanto chamado amoroso. Desse problema ela era uma fração, a mais ordinária.
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Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade e tudo que era espúrio passou a ser moralidade como aliás em qualquer sociedade.
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[Millôr Fernandes]
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